18 março 2019

A Perspectiva do Evangelho na Apologética




Existem diferentes perspectivas de anunciar o evangelho e como isso afeta de alguma maneira o nosso entendimento do evangelho. Alguns estudiosos e teólogos usam da perspectiva conhecida como estudos de casos, que tem como objetivo analisar objeções ou dificuldades em relação ao entendimento da fé cristã.
 
Da perspectiva dos estudos de casos são examinados as dificuldades, para se obter as respostas. Outros estudiosos e teólogos anunciam o evangelho da perspectiva do uso da evidência histórica ou racional da fé cristã.
 

Outros estudiosos e teólogos anunciam o evangelho da perspectiva que o mundo não pode ser entendido sem Deus como referência. Esse site não reproduz a perspectiva de nenhuma escola de apologética.
 

Meu objetivo como colunista e preparar o leitor para que você raciocine através das categorias da apologética, e para que isso ocorra você entenderá as perspectivas dos melhores apologetas, de todos os tempos, para que esses apologetas nos ajudem na nossa investigação sobre as diversas perspectivas sobre o evangelho e como lideramos com cada perspectiva.


1 - Entender o que é a fé


É fundamental ter um excelente entendimento da fé cristã, que somente ocorrerá através da leitura de toda a Bíblia e de um estudo sistemático dela. Esse conhecimento do evangelho deve ter como perspectiva o enfoque apologético.


É preciso que você faça uso de reflexões sobre o modo e os temas essenciais da fé cristã para criar um ponto de contato com as pessoas, com algo a declarar em relação as suas experiências e ideias.


Você deverá adotar uma perspectiva externa em relação a fé cristã, essa perspectiva se refere a maneira pela qual o descrente reagirá aos aspectos centrais do evangelho, ao invés de se permitir ser conduzido por discussões que os cristãos possam ter entre si mesmos em relação as perspectivas doutrinarias diferentes. Vamos ler o relato bíblico em 1 Pedro 3.21


A qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressureição de Jesus Cristo.


Uma perspectiva interessante para se entender a fé e que vários estudiosos e teólogos indagaram entre si mesmos, é de que maneira a Parábola do Filho Pródigo nos orienta e nos ajuda a entender a relação de Jesus Cristo com o judaísmo de sua época? Vamos ler o relato bíblico em Lucas 15.11-32


11 Continuou: Certo homem tinha dois filhos;
12 o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres.
13 Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.
14 Depois de ter consumido tudo, sobreveio áquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade.
15 Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos.
16 Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada.
17 Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai tem pão com fartura, e eu aqui morro de fome!
18 Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti;
19 já não sou digno de ser chamado seu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores.
20 E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e o beijou.
21 E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
22 O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés;
23 trazei também e matei o novilho cevado. Comamos e regozijemos-nos,
24 porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se.
25 Ora, o filho mais velho estivera no campo; e quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças.
26 Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.
27 E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar novilhos cevado, porque o recuperou com saúde.
28 Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo.
29 Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;
30 vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.
31 Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo, tudo o que é meu é teu.
32 Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.


Você fará para si mesmo a seguinte pergunta: De que maneira essa parábola me ajuda a entender o meu relacionamento na perspectiva de mundo dos descentes? A sua perspectiva consiste em fazer reflexões, e investigar de que maneira as ideias, as narrativas e as imagens ocorridas nas parábolas trazem fé, e como podem interagir com as realidades da vida cotidiana, sejam elas dos cristãos e dos descrentes.


2 - Entender o seu público


É importante você conhecer o seu público e como você fala com seu público. Quem são essas pessoas? Essa é uma pergunta investigativa que você terá que descobrir para se fazer entender e se fazer entendido. Minha experiência com o meu público é variada desde crianças até adultos, de leigos a intelectuais, o meu público e complexo.


Esse tipo de entendimento de público também era complexo na época Novo Testamento. Para entendermos melhor o público do Novo Testamento vamos ler o discurso de Pedro ao público judeu na narrativa bíblica em Atos 2.14-36


14 Então, se levantou Pedro, com os onze, e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras.
15 Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando, sendo esta a terceira hora do dia.
16 Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel:
17 E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda carne, vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos;
18 até sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e profetizarão.
19 Mostrarei prodígios em cima no céu e sinais embaixo da terra: sangue, fogo e vapor de fumaça.
20 O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor.
21 E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
22 Varões israelitas, atentai a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus, realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis.
23 sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos,
24 ao qual porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela.
25 Porque a respeito dele diz Davi: Diante de mim via sempre o Senhor porque está á minha direita, para que eu não seja abalado.
26 Por isso, se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; além disto, também a minha própria carne repousará em esperança,
27 porque não deixará a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.
28 Fizeste-me conhecer os caminhos da vida, encher-me-ás de alegria na tua presença.
29 Irmãos, seja-me permitido dizer-vos claramente a respeito do patriarca Davi que ele morreu e foi sepultado, e o seu túmulo permanece entre nós até hoje.
30 Sendo, pois, profeta e sabendo que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes se assentaria no seu trono,
31 prevendo isto, referiu-se á ressureição de Cristo, que nem foi deixado na morte, nem o seu corpo experimentou corrupção.
32 A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas.
33 Exaltado, pois à destra de Deus, tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vedes e ouvis.
34 Porque Davi não subiu aos céus, mas ele mesmos declara: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita,
35 até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés.
36 Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.

 
Vamos ler o discurso de Paulo para o público grego na narrativa bíblica em Atos 17.15-34


15 Os responsáveis por Paulo levaram-no até Atenas e regressaram trazendo ordem a Silas e Timóteo para que, o mais depressa possível, fossem ter com ele.
16 Enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se revoltava em face da idolatria dominante na cidade.
17 Por isso, dissertava na sinagoga entre os judeus e os gentios piedosos; também na praça, todos os dias, entre os que se encontravam ali.
18 E alguns dos filósofos epicureus e estóicos contendiam com ele, havendo quem perguntasse: Que quer dizer esse tagarela? E outros: Parece pregador de estranhos deuses; pois pregava a Jesus e a ressureição.
19 Então, tomando-o consigo, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos saber que nova doutrina é essa que ensinas?
20 Posto que nos trazes aos ouvidos coisas estranhas, queremos saber o que vem a ser isso.
21 Pois todos os de Atenas e os estrangeiros residentes de outra coisa não cuidavam senão dizer ou ouvir as últimas novidades.
22 Então, Paulo, levantando-se no meio do Areópago, disse: Senhores atenienses! Em tudo vos vejo acentuadamente religiosos;
23 porque, passando e observando os objetos de vosso culto, encontrei também um altar no qual está escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio.
24 O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas.
25 Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais;
26 de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação;
27 para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós;
28 pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas tem dito: Porque dele também somos geração.
29 Sendo, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade é semelhante ao ouro, à prata ou à pedra, trabalhados pela arte e imaginação do homem.
30 Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam;
31 porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.
32 Quando ouviram falar de ressureição de mortos, uns escarneceram, e outros disseram: A respeito disso te ouviremos noutra ocasião.
33 A essa altura, Paulo se retirou do meio deles.
34 Houve, porém alguns homens que se agregaram a ele e creram; entre eles estava Dionísio, o areopagita, uma mulher chamada Dâmaris e, com eles, outros mais.


O mesmo evangelho é apresentado e comunicado de maneiras diferentes, de acordo com a perspectivas de mundo desses diferentes grupos.  Pedro falou a um público judeu sobre o evangelho, e Paulo também falou para um público grego sobre o evangelho.

 
Portanto não são dois evangelhos apresentados, um por Pedro e outro por Paulo, mas apenas um evangelho. Tanto o público judeu de Pedro e o público grego de Paulo têm consigo mesmo perguntas, objeções, e dificuldades próprias que requerem atenção.

 
O que Pedro fez com os judeus, e o que Paulo fez com os gregos, foram propor para o seu público um contato que os conduzissem à fé, lembrando que o contato com o público para produzir fé em cada um são diferentes.

 
O conhecimento dos cristãos varia de um grupo de cristão para outro grupo de cristãos, e possível que isso aconteça até mesmo em uma mesma igreja local. Existe cristão que não tem nenhum conhecimento da Bíblia e entendem que isso e irrelevante para eles.

 
Outros cristãos guardam na sua memória um texto bíblico afetuoso e que lhe traz conforto. A perspectiva cultural de cada público cristão é frequentando a mesma igreja é variado, assim como a perspectiva cultural de cada público não cristão também é variado.

 
Existem pessoas que tem preferencias diferentes umas das outras, sejam elas cristãos ou não, essas pessoas podem ter preferencias modernas ou pós-modernas. Outras pessoas sejam elas cristãs ou não cristãs gostam de ler obras clássicas da literatura, mas também gostam de conversar sobre televisão, internet, redes sociais etc.

 
Mas também não devemos esquecer que existem pessoas cristãs e não cristãs que tem um raciocínio abstrato, outras preferem raciocinar através de imagens e história.
 
 
O que eu quero dizer com tudo isso é que em cada pessoa existe um individuo único que pode ter gosto semelhante uns com os outros, que podem conviver entre si em um mesmo grupo, ou não.
 
 
Em cada situação aqui relatado, somos desafiados sempre a melhorar com o nosso público, e qual seria a melhor maneira de falamos sobre o evangelho para gerar fé nas pessoas, através da nossa experiência e do nosso conhecimento, mas também da experiência e o conhecimento do público em questão. Vamos ler o relato bíblico em 1 Pedro 3.15-16


15 Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,
16 fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo.


3 - Clareza na comunicação


Você precisa falar do evangelho em uma linguagem que seja compreendida pelo seu público. Como já escrevi, nesse post e não tenho a intenção de ser repetitivo absorva o que é o seu público e trabalhe isso em você e neles, então você conseguirá comunicar o evangelho com clareza e será entendido na sua comunicação.

 
Um assunto que você pode abordar com seu público é esta em evidência no século 21 é consequentemente na igreja, seria falar sobre as traduções da Bíblia, esse assunto tem chamado a atenção para a necessidade de se transmitir o evangelho para um público contemporâneo.

 
Nos temos um privilegio e uma responsabilidade com a transmissão das verdades atemporais do evangelho seja ele através da transmissão por meio da linguagem, ou imagens adaptadas ás necessidades do nosso público. Quero que você reflita sobre essa citação de C.S.Lewis.

 
"Nossa missão consiste em apresentar alguém atemporal na linguagem característica do nosso tempo"
Citação C.S.Lewis Christian apologetics Harper Collins.


Quem seria esse alguém atemporal? Vamos ler o relato bíblico em Hebreus 13.8


Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.


Portanto você é alguém que traduz as realidades da fé no meio cultura, você é um apologeta.

4 - Proclamar o Evangelho


É preciso que você identifique o seu público, é através disso utilizar o evangelho que já esteja na cultura e na experiência das pessoas. Deus não deixou de se revelar a si mesmo na história, na cultura, e na experiência das pessoas. Vamos ler o relato bíblico em Atos 14.15-17


15 Senhores, por que fazeis isto? Nós também somos homens como vós, sujeitos aos mesmos sentimentos, e vos anunciamos o evangelho para que destas coisas vãs vos convertais ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles;
16 o qual, nas gerações passadas, permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos;
17 contudo, não se deixou ficar sem dar testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria. Nosso trabalho consiste em tentar identificar a revelação de Deus seja essa revelação na natureza, na sociedade, na lei ou em um código de conduta moral, e usar essa revelação de Deus como um contato entre o nosso público para proclamar o evangelho.





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5 - Apresentar todo o evangelho


Apresentar todo o evangelho ao nosso público deve ter todas as nossas atenções, isso é necessário para que não se empobreça o poder e a atração da fé cristã, fazendo restrições àquilo de que nós gostamos pessoalmente ou que consideramos atraente para nós.
 
 
Citando novamente C.S.Lewis, ele foi enfático em sua opinião em relação à distinção escrupulosa que o apologeta ou evangelista deve fazer entre a "mensagem do evangelho" e "suas ideias pessoais".
 
 
"Se não fizermos isso, o que ofereceremos a nosso público não será o evangelho, e sim aqueles aspectos dele que consideramos essenciais ou interessantes. A tentação de ressaltar nossas preferências ou o que aprovamos no evangelho acaba por empobrecê-lo. Por fim, promovemos a nós mesmos, quando, na verdade, deveríamos promover Cristo" (Citação de C.S.Lewis)


Vamos ler o relato bíblico em Hebreus 13.18


Orai por nós, pois estamos persuadidos de termos boa consciência, desejando em todas as coisas viver condignamente.


Também é verdade que a fé cristã sobre a nossa vida é, por si só, uma importante perspectiva do evangelho sobre nós. Mas porque isso acontece? Porque dá testemunho da capacidade do evangelho de transformar a nossa vida. Vamos ler o relato bíblico em Hebreus 10.22


Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.


Ao analisarmos as duas citações de C.S.Lewis, ele deixa claro que não devemos apresentar o evangelho em conformidade de maneira pura e simples com as nossa preferências pessoais, deixando claro que devemos utilizar a capacidade do evangelho de interagir por si só, nos mais profundos da existência das pessoas que envolve o coração, a mente e a alma, ou seja todo o seu ser. Também não devemos inibir o apelo do cristianismo, limitando os meios pelos quais o transmitimos. Vamos ler o relato bíblico em Hebreus 9.9


É isto é uma parábola para a época presente; e segundo esta, se oferecem tanto dons como sacrifícios, embora estes, no tocante à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto. Existem pessoas que se fixam apenas nas ideias fundamentais do cristianismo e para essas pessoas a apologética se refere a defesa racional das afirmações cristãs sobre a verdade.


Não existe nada errado sobre essa perspectiva de pensamento, mas essa perspectiva de pensamento sobre a apologética não é toda a verdade da apologética. Vamos ler o relato bíblico em Hebreus 9.14


Muito mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!


Temos o compromisso de ir além, e observar de que maneira as imagens, as histórias e as ideias são usadas pela Bíblia para comunicar a sua mensagem. Jesus Cristo utilizou de parábolas para expressar os grandes temas do reino de Deus. Vamos ler o relato bíblico em Marcos 4.30


Disse mais: A que assemelharemos o reino de Deus? Ou com que parábola o apresentaremos?


As parábolas contadas por Jesus Cristo fizeram com que ideias fundamentais penetrassem na mente e no coração do seu público. O nosso desafio seria como fazer as mesmas coisas nos dias atuais?


6 - Da teoria à prática


O conhecimento da apologética não se resume á teoria; a apologética exige prática. É no nosso cotidiano que as ideias e as estratégias apologéticas encontram a sua aplicação teórica e prática simultânea, isso ocorre em conversas, palestras, debates, entrevistas ou qualquer outra interação que podemos ter com as pessoas.


Fazer apologética é entender que ela é tanto ciência quanto arte. Fazer apologética é ter a certeza que ela não se esgota em si mesmo e nem em conhecimento. O alvo da apologética é a sabedoria nunca a ofensa. Vamos ler o relato bíblico em Provérbios 23.12


Aplica o coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento.



7 - Estudo de caso - O professor


Fazer apologética é igual ter um professor habilidoso e experiente, que conhece a fundo a teoria da sua formação e a prática de sala de aula, e que conhece de maneira profunda a melhor teoria para a formação dos seus alunos e como melhor aplicar essa teoria à prática.
 
 
Para isso acontecer, o professor terá de aprender a se relacionar com seus alunos de tal maneira que contem para o professor as suas dificuldades de aprendizagem e prática, e descobrir simultaneamente meios necessário para traduzir em linguagem comum, as terminologias técnicas da sua formação, explicando aos seus alunos de que maneira pretende lidar com as dificuldades de aprendizagem e prática deles.





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Foto: Pixabay
Fonte: Inspirado no Livro Apologética Pura e Simples Editora Vida Nova.
Citações: C.S.Lewis Christian Apologetics Harper Collins.
Tradução Bíblica: (ARA) Almeida Revista Atualizada Editora Sociedade Bíblica do Brasil.





 

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