novembro 11, 2015

30 erros que um ministro de louvor não pode cometer - Parte 03

 

11 - CONTAR HISTÓRIAS OU PIADAS FORA DA HORA
 
 
Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido. Púlpito é lugar de profecias e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.
 

12 - MINISTRAR O TEMPO TODO COM OS OLHOS FECHADOS OU OLHAR SÓ PARA UMA DIREÇÃO
 
 
 
É importante olhar para as pessoas. Os olhos tem um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais. É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao  ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.
Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções, olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.
 
Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público, estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregações.
 

13 -  EXAGERAR NOS IMPROVISOS
 
A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música. Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais! Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder.
 
Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical. Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.
 
Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu CD solo. Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias. Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.
 
 

 14 - NÃO TER EXPRESSÃO DURANTE A MINISTRAÇÃO DOS CÂNTICOS
 
Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos! A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.
 
 

15 - COMUNICAÇÃO INADEQUADA AO TIPO DE PÚBLICO
 
Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa. Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.
 
 

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Por: Ronaldo Bezerra
Foto: Google
 
 
 

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